fbpx

Open Bank: Chegou a hora do correntista no controle!
Quem manda agora? Quem dita as regras?

shape
shape
shape
shape
shape
shape
shape
shape

O Open Bank oferece ao cliente bancário o poder sobre suas próprias informações.

Parece retórico não é mesmo? Mas, por anos a fio vivemos na dependência das instituições financeiras, em um sistema onde existe a obrigatoriedade de conquistas para merecimento e benefícios. Com o Open Banking é o próprio usuário que decidirá se permite o compartilhamento de suas informações com o sistema bancário.

Após o cliente ter construído um histórico de movimentação financeira, é possível fazer empréstimo, contratações, negociar taxas, financiamento, empréstimo ou qualquer outro produto bancário, mas de maneira condicionada aos valores e políticas de crédito do banco. Se, porventura, o banco vizinho oferecer condições melhores, todo o seu histórico de vida bancária não terá valor, pois não foi construído com eles, e o processo se torna cansativo e até mesmo desrespeitoso, uma vez que você fica condicionado ao que é oferecido pela instituição que detêm seu histórico.

Praticamente uma relação abusiva!

Com Open Bank, essas informações serão compartilhadas entre os bancos, como um “acordo de cavalheiros”.  É possível receber o histórico bancário, mas para isso o banco precisará compartilhar informações quando solicitadas. O cliente pode fazer contratações em diferentes instituições, de acordo com seu interesse e vantagens oferecidas.

Dentre os bancos que iniciaram o sistema no dia 02/01/2021 estão as principais instituições financeiras com participação de 1% a 10% no PIB, os bancos públicos: Caixa Econômica e Banco do Brasil, e os privados: Santander, Itaú, Bradesco, entre outros.

Vale ressaltar novamente que o compartilhamento de informações FICA CONDICIONADO A APROVAÇÃO PRÉVIA DO CLIENTE, que tem, de acordo com o Banco Central, 12 meses de validade. Após esse período a permissão precisa ser renovada.

O Open Bank trouxe o poder de negociação, pois essas informações estarão disponíveis no próprio aplicativo da instituição. Ou seja, basta o correntista pegar o seu histórico e procurar outra instituição que lhe ofereça condições melhores.

Só para destacar, PIC PAY, Mercado Pago, Nubank são Instituições de pagamento, e a adesão é facultativa.  No entanto, uma vez que aderir ao sistema, terão que compartilhar as informações com outras fintechs, instituições e bancos.

Entramos oficialmente na era da barganha! As instituições que inovarem vão se destacar. Bancos tradicionais precisarão se mexer se quiserem manter a sua base de clientes.  Melhores benefícios, atendimento melhor e mais ágil serão os diferenciais. Pode ser o “timing” perfeito para as fintechs entrarem de vez no mercado de financiamentos e seguridade.

 

E quem mais ganha com isso: o cliente.

Vamos acompanhar agora o percentual de adesão, nunca crédito na praça e nome limpo teve tanto valor.

Viva a tecnologia!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *